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Ziulkoski se reúne com senador Fernando Dueire para debater pautas de interesse dos Municípios

O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, recebeu na noite desta terça-feira (27/01), na sede da entidade, o senador Fernando Dueire (MDB-PE) para tratar de propostas prioritárias ao movimento municipalista. O encontro teve foco em iniciativas voltadas ao fortalecimento dos Entes locais.

Durante a reunião, o senador reafirmou seu compromisso com a pauta municipalista e se colocou à disposição para apoiar projetos que atendam às demandas dos Municípios. Como exemplo, Dueire anunciou a intenção de apresentar um plano nacional de recuperação das estradas vicinais, considerado estratégico para o escoamento da produção agropecuária e para a integração das regiões rurais.

Ziulkoski ressaltou o interesse da CNM em conhecer os detalhes da proposta e destacou que a recuperação das vicinais é uma das prioridades do movimento. “Essas vias são fundamentais para os Municípios e para o país, especialmente pela importância no transporte da produção agropecuária, e demandam investimentos que hoje são insuficientes”, afirmou.

Também foi discutida uma proposta elaborada pela CNM para alterar a distribuição das emendas parlamentares, com o objetivo de direcionar recursos a Municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que receberam pouco ou nenhum investimento por meio de emendas. O consultor da CNM Eduardo Stranz e o chefe de gabinete do senador, Aristeu plácido, também participaram do encontro.

Da Agência CNM de Notícias 

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Retorno às aulas: CNM orienta gestores sobre segurança no transporte escolar e gestão do volume de tráfego local

O ano de 2026 começa com um desafio logístico importante para as prefeituras. Com o encerramento gradual das férias de janeiro, o fluxo nas vias urbanas e rurais volta a crescer, exigindo que a gestão municipal de trânsito e transporte atue de forma antecipada, planejada e preventiva. O foco imediato é o retorno às aulas, mas o olhar do gestor deve estar atento a todo o calendário de mobilidade que se desenha ao longo do ano. Diante das necessidades sobre as ações das administrações locais em relação à segurança no trânsito e no transporte, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) enumera algumas orientações que podem servir de apoio aos gestores nesse período e também ao longo de outras datas comemorativas ao longo do ano.

Antes mesmo do carnaval, que neste ano será em fevereiro, o mês de janeiro já deve ser tratado como um período estratégico para garantir a segurança viária com o retorno gradual das atividades, especialmente as escolares. Durante as férias, os sinistros de trânsito costumam aumentar em média 20%, ao mesmo tempo em que se aproxima o início do ano letivo e a necessidade de que o transporte escolar municipal, apoiado pelo Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate), opere com total segurança.

Nesse contexto, a CNM reforça que a vistoria semestral obrigatória e a checagem dos itens de segurança em veículos que fazem o transporte escolar, como tacógrafos, cintos de segurança e pneus, são fundamentais para evitar sanções administrativas e, principalmente, garantir a integridade dos estudantes. Além da frota, é essencial revisar o ordenamento viário no entorno das escolas, com reforço na pintura de faixas de pedestres, revisão da sinalização vertical e horizontal e limpeza das vias de acesso às instituições de ensino, recebendo os estudantes com mais segurança e menos riscos.

Direcionamentos
Comece o ano com um bom controle e ordenamento do trânsito local, com atenção especial à fiscalização dos veículos de transporte escolar. Institua um cronograma de inspeção cuidadosa ainda em janeiro e solicite a atualização dos cursos específicos de formação para todos os condutores. Garantir a segurança nos deslocamentos até a escola é um cuidado essencial com toda a comunidade, especialmente com as nossas crianças.

Calendário estratégico
Para auxiliar no planejamento das ações municipais, a CNM sintetiza os temas centrais que devem orientar as pautas de transporte e trânsito ao longo do ano. Com o retorno às aulas e a realização do Carnaval, é fundamental redobrar a atenção à gestão da segurança viária, em apoio às ações de segurança pública nos eventos e ao reforço da operação do transporte escolar. No mês de março, o foco deve se voltar aos motociclistas. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), as motocicletas correspondem atualmente a cerca de 40% das mortes no trânsito, o que reforça a preocupação e a necessidade de ações de prevenção de sinistros e de ordenamento voltadas aos veículos de duas rodas.

Já em abril, com a Páscoa, a recomendação é adotar medidas de moderação do tráfego local por meio de estratégias de Urbanismo Tático, com implantação de Áreas Calmas e Zonas 30, especialmente em centros comerciais. A tendência é de que as estradas também estejam mais movimentadas nessa época, o que deve ser redobrada a atenção.  O mês de maio marca a mobilização do Maio Amarelo, ponto alto da campanha nacional de segurança viária, que neste ano terá como tema No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. Esse é mais um período em que as prefeituras podem reforçar ações de conscientização com a população.  Em junho, o foco recai sobre a Lei Seca e as festas regionais, reforçando a importância da fiscalização e das ações educativas de combate à embriaguez ao dirigir em períodos festivos.

Segundo semestre
Julho é o mês de retomada das férias de meio de ano e demanda mais atenção aos motoristas profissionais, diante do novo aumento no volume de tráfego, da gestão do sono e da segurança das frotas de carga e da circulação em estradas vicinais. Por sua vez, o mês de agosto vem sendo dedicado à mobilidade ativa, com atenção especial aos pedestres e ciclistas, à acessibilidade e ao transporte sustentável. Em setembro, durante a Semana Nacional de Trânsito, a atenção se volta para inovações, tecnologias e para a atualização do Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob).  Por sua vez, em outubro, o destaque é a atenção às crianças no trânsito, com integração da educação para o trânsito à BNCC nas escolas municipais. No mês de novembro, o enfoque é memória e prevenção, com reflexões sobre o custo imensurável de uma vida e, de forma concreta, sobre o custo social dos sinistros, fortalecendo a análise de dados para políticas públicas mais eficazes.

Encerrando o ano, dezembro é novamente período de férias, o que evidencia a necessidade de atenção redobrada nas rodovias, a segurança nas festas de final de ano e o período de fechamento de balanços e planejamento para 2027, incluindo a revisão orçamentária. A CNM segue acompanhando as resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e dos demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito.

Atendimento aos gestores 
A entidade municipalista oferece suporte técnico para que cada Município consiga planejar, projetar e ordenar o Transporte, o Trânsito e a Mobilidade Municipal de forma eficiente, segura e humanizada ao longo de 2026. Em caso de dúvida e necessidade de mais orientações, a Confederação solicita aos gestores que entrem em contato com a área de Transporte e Mobilidade por meio do telefone (61)2101-6031 ou pelo e-mail transito@cnm.org.br.

Foto: prefeitura de Belo Horizonte

Da Agência CNM de Notícias

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CNM alerta gestores que prazo para envio dos dados no SIOPE termina em 30 de janeiro

O prazo para a transmissão e validação das informações sobre receitas e despesas da educação referentes ao 6º bimestre de 2025 no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) termina nesta sexta-feira, 30 de janeiro. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) reforça o alerta, especialmente aos gestores que ainda não concluíram o procedimento obrigatório.

O envio dos dados ao Siope é uma exigência legal para que os Municípios comprovem a aplicação dos recursos em educação, conforme os percentuais mínimos estabelecidos pela legislação federal. O não cumprimento do prazo pode resultar em pendências no Sistema de Informações sobre Requisitos Fiscais (Cauc), o que impede o ente de contratar operações de crédito, receber transferências voluntárias da União e firmar convênios com órgãos federais, além de gerar outras restrições administrativas.

Além da transmissão das informações, os dados devem ser validados no Módulo de Acompanhamento e Validação do Siope (MAVS) pelo secretário municipal de educação. Quando aplicável, também é necessária a validação pelo presidente do Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Diante disso, a CNM orienta que os gestores verifiquem com antecedência se todos os períodos foram corretamente inseridos e devidamente validados, a fim de evitar a inscrição no Cauc ou a aplicação de outras penalidades administrativas.

Os relatórios de envio podem ser consultados no sistema.

Da Agência CNM de Notícias 
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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CNM alerta para o prazo de envio do Cadastro da Dívida Pública; Municípios devem evitar irregularidades

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta os gestores municipais para o prazo de homologação do Cadastro da Dívida Pública (CDP) no Sistema de Análise da Dívida Pública, Operações de Crédito e Garantias da União, Estados e Municípios (Sadipem). Até esta sexta-feira, 30 de janeiro, os Municípios devem realizar o fechamento, a validação e o envio das informações no sistema.

O Sadipem é mantido pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e tem como finalidade o registro e o acompanhamento da dívida pública dos entes subnacionais. Na plataforma, os Municípios devem inserir informações detalhadas e anexar documentos comprobatórios relativos às dívidas consolidadas, garantias concedidas e demais obrigações de longo prazo. O preenchimento do cadastro é de caráter declaratório e deve ser assinado digitalmente pelo chefe do Poder Executivo municipal ou por seu delegado. A atualização do CDP é obrigatória para todos os Municípios.

A CNM destaca que a homologação do cadastro é requisito para a regularidade no CAUC, sendo condição necessária para a realização de operações de crédito e o recebimento de transferências voluntárias da União. O descumprimento do prazo pode resultar em irregularidade no sistema, impactando diretamente a capacidade do Município de captar recursos e firmar convênios com o Governo Federal.

Além de atender às exigências legais, a homologação do CDP fortalece a transparência da gestão da dívida pública municipal, confere maior segurança institucional aos gestores e permite o adequado acompanhamento dos limites e das condições das operações de crédito.

Diante disso, a CNM orienta que os gestores municipais se antecipem na organização das rotinas de fechamento e validação dos dados, a fim de garantir que a homologação seja concluída corretamente e evitar pendências que possam comprometer a situação do Município.

Consulte o Fale Conosco sobre Operações de crédito e CDP, no site do Tesouro Nacional, para mais informações. 

Da Agência CNM de Notícias

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MPPE cobra transparência e rastreabilidade das prefeituras e câmaras de vereadores na execução de emendas parlamentares

23/01/2026 – O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio das Promotorias de Justiça em atuação nos municípios do Estado, expediu recomendações às Prefeituras e às Câmaras de Vereadores para que adotem, a partir da execução do orçamento de 2026, as regras de transparência e rastreabilidade estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para a execução das emendas parlamentares.

As orientações têm como base a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 854, na qual o STF declarou a inconstitucionalidade do chamado “orçamento secreto” e definiu parâmetros obrigatórios de publicidade, controle social e rastreabilidade dos recursos públicos em todos os entes federativos.

Nesse contexto, as Promotorias de Justiça de Bom Jardim,  Cabrobó, Itapetim, Orocó, Goiana, Rio Formoso,  Ipubi, Sirinhaém, Arcoverde, Ipojuca e Serra Talhada recomendaram a suspensão da execução de emendas parlamentares no exercício financeiro de 2026, caso não sejam plenamente cumpridas as exigências constitucionais e as determinações do STF.

As recomendações são assinadas pelos Promotores de Justiça Rodrigo Amorim da Silva Santos (Bom Jardim), Samuel Farias (Itapetim), João Marcos Conserva Feitoza (Cabrobó), Filipe Venâncio Côrtes (Orocó), Patrícia Ramalho (Goiana), Rafael Steinberger (Rio Formoso e Sirinhaém), Ilanna Diniz Martins (Ipubi), Maurício de Carvalho (Arcoverde), Eduardo Leal (Ipojuca) e e Carlênio Lima Brandão (Serra Talhada), e se fundamentam nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) nº 7.688, 7.695 e 7.697, relatadas pelo ministro Flávio Dino. As decisões reforçam que a execução de emendas deve obedecer a critérios rigorosos de transparência, publicidade e rastreabilidade.

Segundo o MPPE, o descumprimento dessas normas pode caracterizar ato de improbidade administrativa e violar princípios constitucionais como legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência. As recomendações também observam a Lei Complementar Federal nº 210/2024, que estabelece normas gerais para a proposição e execução de emendas parlamentares.

Entre as orientações, o MPPE recomenda que os gestores municipais se abstenham de iniciar ou dar continuidade à execução orçamentária e financeira das emendas enquanto não comprovarem, junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e ao próprio Ministério Público, o cumprimento do artigo 163-A da Constituição Federal, que trata da transparência e da divulgação de dados fiscais e orçamentários em meio eletrônico de amplo acesso público.

Prefeitos e presidentes dos legislativos municipais também deverão encaminhar ao MPPE, até 31 de janeiro de 2026, um plano de ação contendo diagnóstico do Portal da Transparência, cronograma de medidas corretivas e identificação dos responsáveis pela implementação das mudanças. O plano deve prever, inclusive, eventual reformulação dos sistemas de informação, de modo a assegurar a interoperabilidade e a rastreabilidade das emendas, inclusive aquelas destinadas ao terceiro setor.

As recomendações orientam ainda a adoção de plataformas digitais unificadas para divulgação de informações detalhadas sobre as emendas parlamentares, como número, autoria, objeto, valor, beneficiários, fases da despesa, empenhos, liquidações, ordens bancárias, planos de trabalho e prestações de contas. Também é exigida a utilização de contas bancárias exclusivas para cada emenda, sendo vedadas contas intermediárias ou saques em espécie. Além disso, todas as informações devem ser previamente registradas em sistemas oficiais, como o portal Transfere Gov.br.

As medidas alcançam, ainda, entidades privadas sem fins lucrativos — como ONGs, organizações sociais (OSs), OSCs e OSCIPs — que recebam recursos de emendas parlamentares. Essas instituições deverão adotar mecanismos próprios de transparência e divulgar, em seus sites, as informações exigidas pelo STF, com o objetivo de prevenir o uso indevido ou o desvio de recursos públicos. O teor completo das recomendações pode ser consultado no Diário Oficial Eletrônico do MPPE, nas edições dos dias 13, 14, 16, 19, 21, 22 e 23 de janeiro de 2026.

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Reforma Tributária: bate-papo orienta gestores sobre mecanismos para melhorar arrecadação do ISS

Com objetivo de orientar os Municípios sobre como melhorar a arrecadação do Imposto Sobre Serviços (ISS) foi o objetivo da edição do Bate-Papo Municípios em Foco – CNM e a Reforma Tributária desta sexta-feira, 23 de janeiro. A programação, promovida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), foi transmitida pelas redes sociais da CNM e mostrou caminhos práticos para o fortalecimento das receitas próprias municipais.

A transmissão foi conduzida pelo analista técnico de Finanças da CNM, Alex Carneiro, e os especialistas convidados para abordar a temática foram o auditor fiscal de Chapecó (SC), Jonas Capre, e o auditor fiscal de São José do Rio Preto (SP), Diego Araújo. Eles atuam na fiscalização municipal e de forma prática apresentaram experiências bem-sucedidas. “Nosso objetivo é demonstrar que ações como o aprimoramento da fiscalização, o cruzamento de dados e a atualização de processos administrativos permitem recuperar créditos e combater a sonegação de forma eficaz, sem ampliar a carga tributária sobre o contribuinte”, explicou o analista da CNM.

A CNM lembra que o ISS representa uma das principais fontes de receita dos Municípios. No entanto, a complexidade da legislação e a expansão de serviços digitais impõem novos desafios à administração tributária. Diante desse cenário, gestores públicos buscam maior eficiência fiscal como estratégia para ampliar a arrecadação sem onerar a população.

Durante a transmissão, os especialistas sanaram centenas de dúvidas enviadas pelo chat da plataforma.

Confira como foi a transmissão na íntegra

Da Agência CNM de Notícias

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Novo artigo da Reforma Tributária destaca a importância da autorregularização do ITR para fortalecer a receita municipal

A autorregularização do Imposto Territorial Rural (ITR) e o fortalecimento da receita própria municipal é o tema do artigo sobre a Reforma Tributária divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) nesta semana. A publicação – que tem como destaque a estratégia no cruzamento de dados e monitoramento da malha fiscal – é de autoria dos auditores fiscais de Itumbiara (GO) Brunna Gobbi e Fábio Oliveira Machado.

A CNM orienta os gestores sobre a importância da autorregularização do ITR como mecanismo eficiente para incrementar a arrecadação municipal. A medida, que privilegia a conformidade voluntária do contribuinte antes de ações punitivas, tem se mostrado fundamental para evitar litígios e garantir o ingresso mais rápido de recursos nos cofres públicos.

O fortalecimento da receita própria é um dos principais desafios das administrações municipais e o ITR desponta como uma fonte estratégica, especialmente para os Entes que possuem convênio com a Receita Federal do Brasil (RFB), garantindo a eles 100% do valor arrecadado.  Ao identificar inconsistências na Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR), o fisco municipal pode convocar o proprietário para regularizar a situação. Essa postura proativa aumenta a eficiência da arrecadação e promove uma relação mais transparente entre o fisco e o contribuinte.

A CNM orienta que os gestores municipais mantenham suas equipes de fiscalização capacitadas e utilizem as ferramentas disponibilizadas no Portal do ITR para o acompanhamento das declarações. A entidade disponibiliza materiais técnicos e atendimento para auxiliar as prefeituras na implementação dessas práticas de gestão tributária.

Clique aqui para acessar a íntegra do artigo. 

Da Agência CNM de Notícias

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Ministério da Saúde define teto de financiamento do MAC e do Samu para 2026; CNM reforça pauta de revisão

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta os gestores municipais para os valores definidos pelo Ministério da Saúde (MS) referentes ao teto do Bloco de Financiamento da Atenção de Média e Alta Complexidade (MAC) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) para Estados, Distrito Federal e Municípios em 2026.

A Portaria GM/MS 10.146/2026, publicada no dia 12 de janeiro, estabelece o repasse total de R$ 65.900.503.808,45. Do montante, R$ 64.238.179.698,19 são destinados ao Bloco de Financiamento da MAC e R$ 1.662.324.110,26 ao custeio do Samu 192, totalizando o valor previsto para o exercício de 2026.

O montante destinado ao custeio da Média e Alta Complexidade ao longo do ano foi calculado com base no somatório dos recursos referentes à contribuição federal para atividades ambulatoriais e hospitalares. A verba será repassada em parcelas mensais ao longo do ano. No entanto, é importante destacar que os valores transferidos não necessariamente cumprirão o total fixado na portaria, uma vez que estão sujeitos a descontos ou ajustes técnicos.

Os montantes estabelecidos não incluem recursos provenientes de emendas parlamentares, que deverão ser definidos por meio de atos normativos complementares. Os gestores municipais podem acompanhar o detalhamento dos valores e da produção realizada por meio do sistema SISMAC.
https://sismac.saude.gov.br/paginas/inicio.jsf

Necessidade de revisão
A CNM reforça que segue atuando junto ao Ministério da Saúde para que os valores destinados ao custeio do Samu sejam revisados periodicamente. Além disso, a entidade mantém na pauta a necessidade de aumento do teto MAC, por meio da atualização dos valores da Tabela SUS.

Embora a legislação preveja que essa atualização ocorra anualmente, com o objetivo de recompor os custos operacionais, o Ministério da Saúde não tem realizado o reajuste de forma integral e homogênea. Essa omissão resulta em um cenário de subfinanciamento crônico, que obriga os Municípios a ampliarem o uso de recursos próprios para suprir a defasagem federal e garantir a continuidade da assistência de média e alta complexidade.

Foto: governo federal
Da Agência CNM de Notícias

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Amupe lança nova identidade visual, o símbolo reforça a identidade municipalista em Pernambuco

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) apresentou, nesta segunda-feira (12/01) sua nova marca institucional, que passa a representar visualmente a entidade em seus canais de comunicação, materiais oficiais e ações institucionais. A atualização integra um processo de modernização da identidade visual, alinhado à atuação da Amupe junto aos municípios pernambucanos.

A nova marca tem como elemento central o mapa do estado de Pernambuco, reforçando a representação territorial e o papel da entidade na articulação municipalista. O símbolo gráfico incorpora um arco multicolorido que atravessa o território, fazendo referência à diversidade regional, cultural e social dos municípios, além da ideia de conexão e integração entre as diferentes regiões do estado.

As cores utilizadas dialogam com a identidade regional e com a institucionalidade da Amupe, enquanto o sol estilizado presente na composição remete a elementos característicos do Nordeste brasileiro, como o clima e a paisagem. O conjunto visual adota traços contemporâneos, com leitura clara e aplicação versátil.

Segundo o presidente da Amupe, Marcelo Gouveia, a nova identidade visual acompanha o momento vivido pela entidade. “A Amupe vive uma nova fase, marcada pelo fortalecimento do diálogo institucional, pela ampliação das parcerias e por uma atuação cada vez mais integrada com os municípios. A nova marca traduz esse momento e reafirma nosso compromisso com o municipalismo pernambucano”, afirmou.

A nova identidade visual passa a ser utilizada gradualmente em documentos oficiais, redes sociais, eventos, campanhas e demais materiais institucionais da Amupe.

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Royalties: XXVII Marcha reforçará debate sobre definição na redistribuição dos recursos de petróleo

O tema royalties de petróleo e o impacto que a pauta tem para os Municípios será mais um ano um dos temas centrais na pauta da XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. O evento, promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), acontece entre os dias 18 a 21 de maio na capital federal e deve reunir mais de 15 mil gestores municipais.

A CNM lembra que a Lei 12.734/2012, aprovada no Congresso Nacional em 2012, está parada no Supremo Tribunal Federal (STF) há quase 15 anos. O tema é agenda dominante do movimento municipalista desde 2012, quando uma decisão da ministra Cármen Lúcia suspendeu a Lei. A falta de definição no tema já gerou, neste período, R$ 111 bilhões de perdas para os Municípios não confrontantes.

Ao longo do ano passado, o consultor jurídico da CNM Ricardo Hermany, especialista no tema, apresentou estudos técnicos e econômicos atualizados para vários representantes do poder público, entre eles, ministros de governo e ministros de órgão de controle. O objetivo do especialista foi ressaltar que a distribuição injusta dos royalties impacta, em especial, os Municípios não confrontantes, negativamente com as perdas ao longo desses anos em que a pauta esteve parada sem solução.

A CNM lembra que, ainda em 2025, uma auditoria operacional realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) apontou inúmeras inconsistências na legislação que ainda está em vigor. Segundo o entendimento do plenário da Corte de Contas, apresentado por meio do Acórdão 2385/2024, é possível destacar trechos como a fragilidade do sistema de distribuição. O processo foi encaminhado pelo Tribunal ao Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol), bem como ao gabinete da ministra Cármen Lúcia e do presidente da Corte. A Confederação espera que seja estabelecido um cronograma de reuniões junto ao Nusol e que se encontre alternativas para essa questão e por isso o tema será novamente debatido na Marcha.

Prefeitos e prefeitas já podem se inscrever para a Marcha no site do evento. Em breve, a CNM abrirá as inscrições para os demais participantes.

Da Agência CNM de Notícias

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